Nova Ordem “Regional” a caminho – UNASUL – União de Nações Sul-Americanas “SOCIALISTAS”

As 3 notícias a seguir mostram a progressão dada ao projeto socialista/globalista para uma América do Sul integrada, que será o futuro bloco “regional” de uma Nova Ordem Mundial.

Chefes de Estado e de Governo inauguram nova sede da UNASUL no Equador

O encontro dos chefes de Estado e de Governo dos 12 países que compõem a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) vai finalizar com a cerimônia de inauguração da nova sede do órgão. A 14 quilômetros de Quito, capital do Equador, o local será batizado de Néstor Kirchner, em homenagem ao ex-presidente argentino, falecido em 2010, que foi o primeiro-secretário-geral da Unasul.

Dilma embarcou nesta quinta-feira (4) para participar da cúpula. Desde ontem (3), convidados de alguns países e chanceleres das nações que integram a Unasul participam, em Guayaquil, de painéis que discutem as possibilidades de convergência na região e os desafios do órgão. A facilitação no trânsito de cidadãos sul-americanos na região e a criação de uma coordenação para estudar os processos eleitorais da América Latina também serão discutidos durante a Cúpula.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o Conselho de Chefes de Estado e de Governo da Unasul é formado por 17 foros, em áreas como defesa, infraestrutura e saúde. O comércio brasileiro com os países do bloco passou de US$ 17,8 bilhões para US$ 73,4 bilhões em uma década, informou o Itamaraty.

A Unasul é formada por Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Chile, Guiana e Suriname.

Localizada na região conhecida como Mitad del Mundo (Metade do Mundo), porque está sobre a Linha do Equador, que separa os dois hemisférios da Terra, a nova sede tem 20 mil metros quadrados de construção. Com o local, o governo equatoriano considera que Quito será a “capital da integração sul-americana”.

Unasul lança ideia de passaporte sul-americano

Foto: Polícia Federal

Os habitantes da América do Sul poderão ter livre trânsito por toda a região apresentando um documento de identidade ou um passaporte comum ao continente, se depender de uma proposta defendida pelo secretário-geral da União Sul-Americana de Nações (Unasul), o ex-presidente colombiano Ernesto Samper.

“O passaporte sul-americano Pasasur permitirá que 400 milhões de sul-americanos circulem livremente pelos 18 milhões de km quadrados da região”, escreveu Samper em sua conta no Twitter, em novembro. Nesta semana, ele reiterou a proposta durante a reunião de autoridades da Unasul em Guayaquil, a 420 km de Quito.

“O conceito de cidadania que desejamos é o direito dos sul-americanos de ficarem em casa (América do Sul), de viajarem por esta casa, trabalharem, estudarem e se integrarem nesta região”, disse.

Samper apresentou a ideia durante o seminário “Integração e Convergência na América do Sul”, que marcou a inauguração da reunião da Unasul, na quarta-feira. Nesta semana, em entrevista coletiva em Brasília, o subsecretário-Geral de América do Sul, embaixador Antônio Simões, falou sobre o mesmo projeto de “livre circulação de pessoas” na região, mas sem citar o passaporte comum.

“Ou seja, a livre circulação de pessoas que já existe no Mercosul, mas agora dentro do contexto da Unasul”, afirmou, referindo-se a União Sul-Americana de Nações formada por doze países.

Em 2008, os países que integram o Mercosul aprovaram um acordo sobre documentos de viagem que autoriza o uso apenas da identidade para se viajar dentro dos países do bloco (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela). A medida abarcou também os chamados “Estados associados” ao bloco, como Chile, Peru e Bolívia.

Trabalho

O embaixador Antônio Simões informou ainda que a ideia, no longo prazo, é que cidadãos da América do Sul possam viver e trabalhar em outro país da região, como já ocorre nos países do Mercosul. Nesse caso, na prática, cidadãos da Argentina, por exemplo, podem trabalhar no Brasil e vice-versa, mas ainda existem algumas queixas sobre a lentidão deste processo, criado a partir de 2002 e atualizado em várias ocasiões com outros países que são membros plenos do bloco ou a ele associado.

O primeiro acordo para residir e trabalhar “livremente” em outro país do bloco foi assinado em 2002 e entrou em vigor em 2009, incluindo Bolívia e Chile além de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

“Os acordos assinados concedem aos cidadãos nacionais dos Estados que integram o Mercosul o direito de obter a residência legal em um território de outro Estado parte (do bloco)”, diz o texto no site da Secretaria do Mercosul. Mais tarde, em 2011, Peru e Equador “aderiram” a este entendimento.

E no ano seguinte, 2012, foi a vez da Colômbia. De acordo com o embaixador Simões, o objetivo é “facilitar” a vida dos que estudam, trabalham ou fazem negócios dentro da América do Sul. Simões disse ainda que outras medidas já aplicadas nos cinco países membros do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela), como a aposentadoria comum, também poderiam ser ampliadas para a Unasul.

“Hoje, por exemplo, existem outras coisas mais profundas (no Mercosul) como um cidadão pagar aposentadoria num país e se aposentar no outro país. Tudo isso é possível”, disse. Ele observou, porém, que é cedo para dizer que a Unasul chegará “rapidamente nesse ponto”, mas que a ideia é “discutir e trabalhar” para se chegar a estes objetivos.

“Facilitar o livre trânsito das pessoas é importante porque isso têm uma influência grande para todos”, disse.

Tribunais

Em discurso realizado na quarta em Guayaquil, onde os ministros das Relações Exteriores e presidentes de alguns dos países da Unasul se reuniram, o ex-presidente Lula destacou que seriam necessárias novas medidas para complementar a chamada “cidadania da América do Sul”, como foi chamada por Samper. Lula sugeriu a criação de tribunais internacionais regionais que resolvam questões do subcontinente.

“Não faz sentido que, em pleno século 21, um conflito entre dois países da América do Sul seja dirimido em um tribunal de Haia e que tenha que recorrer à OEA”, afirmou.

Denatran mostra novo modelo de placa para TODA A AMÉRICA LATINA que passa a vigorar em 2016

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) apresentou hoje os modelos das placas que entrarão em circulação a partir de janeiro de 2016.

O novo padrão será obrigatório em todos os emplacamentos de automóveis, motocicletas, caminhões e ônibus zero-quilômetro.

Veículos transferidos de município ou com troca de categoria também precisarão fazer a mudança. Em todos os outros casos, a adoção da nova placa será facultativo.

Pela primeira vez, os países do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela) adotarão licenças em padrão unificado.

O novo modelo terá quatro letras e três algarismos estampados em chapa de alúmínio. É diferente da placa brasileira atual (de três letras e quatro algarismos).

Os algarismos e letras serão distribuídos de forma aleatória o que, segundo o Denatran, permitirá mais de 450 milhões de combinações, contra as pouco mais de 175 milhões do atual modelo brasileiro. A nova placa terá as mesmas medidas utilizadas hoje no Brasil, ou seja 40cm de comprimento por 13cm de largura.

O fundo será branco e haverá uma tarja azul na parte superior. Lá estarão o emblema do Mercosul e a bandeira e o nome do país do veículo.

No canto direito da parte branca, estarão as bandeiras do estado e o brasão da cidade onde o carro está registrado.

O fundo será sempre branco. Já a cor de letras e números muda de acordo com a categoria do veículo: preta para os carros particulares e vermelha para táxis, veículos comerciais e de aprendizagem.

Serão, ainda, azul para os carros oficiais, e dourada para carros diplomáticos e consulares, verde para veículos especiais (teste de fabricantes, por exemplo) e na cor prata para carros de coleção.

– Os diversos elementos de segurança visam coibir as possíveis clonagens de veículos – disse Rone Evaldo Barbosa, coordenador-geral de Informatização e Estatística do Denatran.

No Brasil, a placa terá uma tira holográfica do lado esquerdo e um código bidimensional baseado na identificação do fabricante, na data de fabricação e no número serial da placa.

A intenção é que, no futuro, exista uma integração entre os bancos de dados de veículos do Mercosul.

– Essa ação permitirá um controle mais rigoroso do transporte de cargas, transporte de passageiros e também de carros particulares entre esses países – afirma Barbosa.

Nada foi dito ainda a respeito do custo desta troca.

Fontes: BBC / EXTRA GLOBO / AGENCIA BRASIL

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Um comentário sobre “Nova Ordem “Regional” a caminho – UNASUL – União de Nações Sul-Americanas “SOCIALISTAS”

  1. Eu vou vender meu carro para não ter que ajudar o comunismo avançar. Este ano, se até la os pestes petistas daqui n/ saírem presos, vou dispor de meu carro.

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