O “Beijo gay” e a Globo, como sempre, seguindo a agenda da ONU.

Editorial

Não é de se admirar que a Globo tenha colocado no ar a primeira cena novelística de 2 homens se beijando. Quem acha que isto é “ao acaso”, esta muito enganado.

Para a implementação de uma Nova Ordem Mundial, é necessário, obviamente, uma “nova cultura” mundial, e para isso, pensadores iluminados do século passado, concluíram que para isso, é necessário a total aniquilação da cultura judaico-cristã da face da Terra. São diversas estratégias envolvidas, como o Marxismo Cultural ou o Gramscianismo.

Isto não têm haver com religião, apenas com o bom senso do indivíduo, que é enraizado dentro desta cultura a milênios. Um ateu pode ter os mesmos princípios ou bom senso de um cristão sem saber. Dentro destes princípios esta a definição da palavra Família, composta por Pai, Mãe e Filhos, uma ordem natural desde que o mundo é mundo.

Na “nova cultura” da ordem mundial, a Família como conhecemos deixa de existir, para que qualquer tipo de união entre pessoas, seja 2 homens (ou mesmo 3), seja considerado Família, criando um caos social e jurídico sem limites, e evidentemente, o controle estatal sobre esta próxima geração alienada e deturpada, será monumental.

A Globo, que têm vinculo direto com nosso governo comunista, e recebe milhões através de propagandas de empresas estatais como a Petrobrás, segue apenas a cartilha vinda da ONU chamada Plano PNDH-3, assinado pelo então presidente Lula. Neste Plano, que é praticamente a Nova Ordem Mundial escrita, existe um objetivo chamado “Desconstrução da heterossexualidade” , que traduzido significa, o fim da Família como conhecemos.

Artigo – O filho das trevas

O ideal totalitário que ainda hoje assombra a América é o comunista. Ele está ativo e exerce poder pelo voto em mais de uma dezena de países que, aos poucos, são afastados da democracia e seus valores. No poder ou fora dele, os principais adversários que essa esquerda desvairada pretende eliminar são sempre os mesmos: a instituição familiar conforme a ordem natural, as Igrejas cristãs tradicionais e a católica em particular, e as Forças Armadas. O caso do Brasil, exemplo diretamente sob nossos olhos, é clara evidência do que afirmo.

São antagonismos facilmente explicáveis. Quem pretenda subverter determinada ordem para impor outra (como exige o ideal totalitário) precisa, essencialmente, destruir as estruturas através das quais se reproduzem, nos indivíduos, os valores que lhe deem consistência. As três estruturas mencionadas acima – Família, Igreja e Forças Armadas – são como pilares, vigas e lajes de uma sociedade. Daí a persistência dos ataques que lhes são dirigidos. O ideal totalitário investe contra a instituição familiar por dois flancos. Num deles, tenta fazer da família uma coisa qualquer. No outro, busca transformar uma coisa qualquer em família. Os inimigos da Igreja não querem apenas eliminar qualquer expressão externa de sua existência. Querem, principalmente, como se a ordem jus-política prescindisse de um fundamento moral, eliminar a influência dos valores cristãos na moral social e, por via de consequência, no ordenamento jurídico dos povos. A nova ordem que os fascina precisa de uma moral sem fundamentos.

As Forças Armadas, armadas e fortes, por vocação e formação de seus quadros, são exemplos sociais de ordem e disciplina a serviço da segurança e da paz. É visível o empenho do governo e seu partido em vilipendiá-las, em lhes suprimir recursos humanos, financeiros e materiais. Trata-se de conduta não oficial, mas efetiva, dos que desfilam sua bazófia e arrogância pelo país, como se proprietários dele fossem todos os seus ocasionais dirigentes e militantes. O grupo hoje instalado no poder, que perdeu o confronto com as Forças Armadas nos anos 60 e 70, vai à forra usando o aparelho do Estado. No entanto, em que pese todo o mal que lhes podem fazer e fazem, todas as mentiras que a respeito delas podem repetir e repetem, o povo brasileiro preserva as Forças Armadas como a segunda entre as 18 instituições mais confiáveis do país (a primeira, por motivos óbvios, é o Corpo de Bombeiros). As FFAA contam com a confiança de 66% da sociedade segundo o Índice de Confiança Social medido em 2013 pelo Ibope. Imagino o quanto deve ser difícil para quem há mais de meio século vem tentando desmoralizar as Forças Armadas, ver seus próprios líderes sendo presos e a sociedade dedicando aos silenciosos militares brasileiros o merecido respeito e confiança.

Retorno ao ponto inicial. Vociferam incessantemente contra as convicções cristãs. Contra elas põem nas ruas as trupes de pelados, as vadias que se requebram com símbolos sacros, seus projetos de aborto, suas cartilhas e paradas gays, e outras tantas frentes de combate. Embora façam tudo isso e muito mais, as Igrejas persistem em terceiro lugar entre as instituições mais confiáveis segundo o sentimento nacional.

“E quanto à instituição familiar, o terceiro alvo preferencial do ideal totalitário?”, indagará o leitor. Pois é. No universo da pesquisa (que também envolve as relações individuais/sociais dos entrevistados), a boa e velha família dispara em primeiríssimo plano, contando com a confiança de 90% das pessoas.

Alegrou-me conhecer esses dados. Eles me permitiram confrontar o empenho dos adeptos do ideal totalitário com os resultados até agora colhidos na sua tarefa de demolição. Mesmo sem revides, mesmo contando com a indiferença de tantos, mesmo que “… os filhos das trevas sejam mais astutos que os filhos da luz” (Lc 16,8), ainda há muito espaço para resistência.

Fonte do artigo:  Mídia sem Máscara – Os filhos das trevas

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